Você sente a dor de dente no próprio dente ou então na região em volta de onde surge a dor.
Normalmente, as dores surgem por causa das caries ou por infecções embaixo ou ao redor da gengiva do dente.
Outra coisa, a falta de oxigênio no coração pode causar dor de dente.
Por causa da sensibilidade, quando se faz um trabalho corretivo em um dente, pode haver dor de dente, mas nunca por mais de uma semana.
Para evitar as dores vá ao dentista regularmente e tome os velhos cuidados como: escovar e passar fio dental todo dia após as refeições e cuidado com os alimentos consumidos.
Extratos das folhas de alecrim-do-campo apresentaram atividades biológicas que revelaram seu potencial terapêutico para a prevenção do desenvolvimento de cárie dental. A conclusão é da pesquisa desenvolvida por Denise Pimenta da Silva Leitão, em seu doutorado pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP. Os resultados do estudo abrem caminhos para criação de cremes dentais e enxaguatórios bucais à base da planta.
De acordo com a pesquisadora, o alecrim-do-campo é a principal matéria-prima da própolis verde, variedade produzida mais especificamente nos Estados de Minas Gerais e São Paulo. Diversos estudos têm mostrado que a própolis verde é capaz de inibir a proliferação de Streptococcus mutans (S. mutans), apontado como agente causal primário ou iniciador da cárie dental em seres humanos.
Nos últimos anos, vários trabalhos foram publicados sobre a atividade biológica de extratos de própolis verde nos fatores de virulência de Streptococcus mutans relacionados à cárie dental. A finalidade é direcionar o uso da própolis verde como produto farmacêutico no tratamento e prevenção de cáries dentais e outras infecções da cavidade bucal.
Toda vez que um dentista extrai um dente, ele pode estar "arrancando" também parte da memória do paciente, revelou um estudo sueco que será apresentado em Estocolmo.
"Os dentes parecem ter uma importância enorme para a nossa memória", afirma Jan Bergdahl, dentista, professor associado da faculdade de psicologia da Universidade de Umeaa, no norte da Suécia, e um dos autores do estudo.
Parte de uma pesquisa mais ampla sobre a memória chamada Betulastudien, o estudo acompanhou 1.962 pessoas com idades entre 35 e 90 anos desde 1988, comparando a memória daqueles que tinham todos dentes e a dos que os extraíram e passaram a usar dentaduras.
"As pessoas que não tinham dentes tiveram sua memória claramente afetada em comparação com aqueles que tinham", disse Bergdahl.
Recentes estudos realizados com ratos no Japão também evidenciaram relação entre os dentes e a memória. Mas, de acordo com Bergdahl, este é o primeiro estudo em larga escala em humanos que claramente estabelece uma relação entre os dois pontos.
A pesquisa sueca ainda precisa revelar o impacto da extração de um único dente na memória humana. Segundo Bergdahl, os pesquisadores planejam descobrir quantos dentes uma pessoa precisa perder antes que afete sua memória. "Nós também vamos investigar como a decadência do dente afeta a perda da memória e que influência têm os implantes dentários", disse o pesquisador.
Ele insistiu, no entanto, que não espera que estudos futuros revelem que os implantes melhoram a memória.
"Eu não acho que seja provável. Testes em animais mostraram que a extração de dentes rompe nervos conectados ao cérebro", disse Bergdahl, afirmando que o estudo sueco poderá mudar dramaticamente o cuidado futuro com os dentes dos idosos.
"Devemos pensar duas vezes antes de arrancar dentes que apresentam problemas", afirmou.
Alunos da Universidade Federal do Piauí estão levando saúde bucal a crianças com deficiência, por meio de projeto social com ações lúdicas. O atendimento inclui palestras, teatro, apresentações multimídia, escovação supervisionada, colagens, pintura e desenho.
É o primeiro projeto de atenção básica à saúde bucal com enfoque direcionado especificamente para pessoas portadoras de necessidades especiais e seus cuidadores, que também recebem tratamento odontológico uma vez por semana. Os cuidadores que participam do programa recebem informações sobre temas em saúde bucal e são orientados a divulgarem as informações aprendidas nas comunidades em que residem, funcionando como multiplicadores dos conhecimentos e proporcionando às famílias a alteração de hábitos e costumes desfavoráveis à saúde.
Os participantes do projeto ainda se reúnem mensalmente para discutir os protocolos adotados e artigos científicos sobre pacientes portadores de necessidades especiais.
Fonte: www.cropi.org.br
Pesquisas realizadas na Universidade do Estado do Amazonas (UEA) descobriram que a caapeba, planta denominada cientificamente como Pothomoprhe Umbellata e encontrada na biodiversidade da Amazônia, possui propriedades antiinflamatórias em tratamentos de canal dentário.
Serão necessários novos estudos para ue a planta posso ser usada nos tratamentos. A caapeba é usada na medicina popular e tradicional de diferentes regiões do Brasil. No Norte, caracteriza-se como uma fonte potencial de ativos de interesse para a indústria de fármacos e cosméticos. Foi utilizada, também, pelos jesuítas como xarope, para diversos fins, dentre eles: antimalárico, diurético, antiinflamatório e analgésico.
Você sabe de onde vem o hábito de palitar os dentes ? Segundo a Organização Brasileira de Odontologia, essa mania pode ser tão antiga quanto a Humanidade. No meio antropológico, especialistas discutem se hominídeos ancestrais usavam talos de gramíneas para desobstruir os espaços interdentais ou para aliviar o incômodo provocado por problemas odontológicos. Reforçam a hipótese as estranhas marcas curvas e vestígios de plantas encontradas na raiz de dentes fossilizados.
Os contrários a esta hipótese afirmam que usuários do acessório não apresentam os mesmos sinais dos parentes das cavernas. Mas ao contrário da madeira, a grama contém partículas de sílica abrasivas e o tamanho certo para deixar os supostos vestígios.
Para lançar uma luz sobre a questão, a paleontologista norte-americana Leslea Jane Hulsko passou oito horas esfregando um pedaço de grama em um dente de babuíno e repetiu o experimento por três horas em um moderno dente humano. As marcas deixadas em ambos eram idênticas.
Se Leslea estiver certa, o fóssil catalogado de um dente com idade estimada em 1,8 milhão, também marcado, prova que palitar os dentes é um dos hábitos mais velhos da humanidade já registrados.
Ter os lábios carnudos e volumosos é o sonho de muitas mulheres. Atrizes famosas como Angelina Jolie, Sophia Loren e Aline Moraes são fontes de inspiração para quem não nasceu com a ''boca desejada''.
Ao longo dos anos, foram criados vários procedimentos para aumento labial, como: injeção de silicone - que pode ocasionar rejeição por ser material estranho ao organismo; substâncias injetáveis preenchedoras que tem efeito por tempo determinado e cirurgia plástica com incisão na linha natural de contorno da boca, com possibilidade de cicatriz.
Os riscos estéticos foram e ainda são fatores decisivos para que muitas pessoas desistam da operação.
Autoridade mundial em cirurgia plástica facial e Otorrinolaringológica, o médico Júlio Stédile, desenvolveu há oito anos uma técnica revolucionária que permite aumentar o lábio superior através da rinoplastia, sem incisões externas, além de corrigir assimetrias na implantação das narinas, conferindo um aspecto mais harmonioso ao rosto.
Há 20 anos o especialista se dedica a revisão cirúrgica de pacientes que já se submeteram a plástica nasal - hoje a terceira cirurgia mais realizada no Brasil, perdendo apenas para lipoaspiração e mamoplastia. Destes, um grande número comentava que a parte superior da boca havia se tornado mais fina.
Após observações e estudos, Stédile verificou que o afinamento era causado pelo aumento da distância entre a base nasal e o bordo superior do lábio e pela inversão do vermelhão do lábio superior, o que causava um aspecto mais fino e menos sensual.
O indesejado efeito ocorria nos casos em que os músculos que tem relação entre o lábio e o nariz eram lesionados durante a plástica nasal.
Através da técnica criada por Stédile é possível realizar uma rinoplastia que, além de evitar estas lesões à musculatura da região, reposiciona um grupo de inserções musculares na pré-maxila e retira outro grupo muscular da base nasal.
Desta forma, aumenta-se o vermelhão do lábio superior, conferindo um aspecto mais sensual a boca. "O interessante desta técnica é que se consegue um aumento no volume do lábio sem tocar no lábio", informa Stédile, que explica: "Após as primeiras horas da realização do procedimento a paciente já pode comer e beber normalmente. Como não existem incisões externas o período de recuperação pós-operatório é de, aproximadamente, uma semana com leve inchaço, acompanhando a recuperação da rinoplastia".
A definição do arco de cupido (contorno superior do lábio) também é o ponto alto na utilização deste procedimento, uma vez que não é possível alcançar esta definição com a utilização de implantes e injetáveis. "Não há o risco da rejeição e o efeito é permanente, ao contrário de muitos produtos que vem sendo utilizados no mercado para aumentar os lábios".
A técnica desenvolvida por Stédile já foi apresentada em inúmeros congressos nacionais e internacionais. Desde a sua criação, já foi utilizada em mais de 500 pessoas com sucesso, despertando o interesse não só de novos pacientes, mas também da classe médica. "Recebo médicos de todas as partes do mundo, como Estados Unidos, Itália, Espanha, México, Chile, entre outros países. Eles têm um grande interesse em aprender o método. Isso é muito gratificante".
Iogurtes sem açúcar podem ajudar a acabar com o mau hálito, cáries e problemas na gengiva, conforme um estudo que cientistas japoneses apresentaram num encontro da Associação Internacional para Pesquisa Dental.
De acordo com a pesquisa, tomar iogurte reduz os níveis de gás sulfídrico, uma das principais causas do mau hálito, em 80% dos voluntários.
A redução do mau hálito seria causada por bactérias ativas no iogurte, especificamente Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermiphilus.
Os 24 voluntários que participaram do estudo receberam instruções rigorosas sobre higiene oral, dieta e ingestão de remédios.
Dentistas recomendam escovar os dentes 2 vezes por dia e usar fio dental.
Bactérias
Eles passaram duas semanas evitando iogurtes e comidas semelhantes, como queijo.
Os pesquisadores, então, retiraram saliva e amostras das línguas dos voluntários para medir os níveis de bactérias e componentes que causam odor, incluindo o gás sulfídrico.
Depois, os voluntários tomaram 90 gramas de iogurte por dia durante seis semanas e tiveram mais amostras recolhidas pelos pesquisadores. Eles descobriram que os níveis de gás sulfídrico tinham diminuído em 80% dos participantes. Os níveis de placa e de gengivite também ficaram significativamente mais baixos.
"O consumo freqüente de comidas com altos níveis de açúcar é a principal causa de cáries, que podem causar muita dor e desconforto", disse Nigel Carter, presidente da Fundação Britânica de Saúde Dental. Embora essa pesquisa ainda esteja nos estágios iniciais, não há dúvidas de que iogurtes sem açúcar são uma alternativa muito mais saudável a chocolates e doces. Nós encorajamos as pessoas a incorporá-los a suas dietas", afirmou.
Uma em cada quatro pessoas sofre de mau hálito regularmente, e 19 em cada 20 são afetadas por doenças da gengiva em algum momento de suas vidas.
Carter enfatizou, porém, que a melhor maneira de combater o mau hálito é adotar uma rotina de cuidados com a saúde oral. Isso significa escovar os dentes duas vezes por dia com cremes dentais que contenham flúor, usar fio dental e visitar o dentista regularmente.
O lateral Cissokho, que atualmente joga no Porto, de Portugal, perdeu a chance de se transferir para o Milan, da Itália. Tudo por causa de seus problemas nos dentes.

A equipe italiana decidiu cancelar a contratação porque os médicos temem que os problemas dentários do atleta possam provocar lesões musculares, por causa das infecções. Melhor cuidar sempre da boca.
- Escovar os dentes no mínimo duas vezes por dia.
- Fazer a limpeza nos dentes após comer qualquer alimento, principalmente na escovação noturna que as bactérias são mais ativas, pois a salivação que ajuda na limpeza é menos intensa.
- Evitar alimento que cotem açúcar.
- Tomar cuidado com certos antibióticos.
- Fio dental ajuda evitar carie entre os dentes.
- Visitar o dentista pelo menos duas vezes por ano para fazer limpeza da boca e aplicação de flúor.