Implante tem função estética e funcional
O número de implantes dentários no Brasil aumenta de forma acelerada e registrou crescimento de 13% em 2007 em relação ao ano anterior. 
O principal fator que justifica esse aumento deles é o próprio mercado consumidor. Se vivemos em um país de desdentados, é que existe a busca pela pela auto-estima por meio de técnicas mais modernas e eficientes de reabilitação oral. A especialização dos profissionais também deve ser considerada. Implante não se refere apenas a questão estética, mas mas, também à mastigatória.
Lenta, gradativa, silenciosa e indolor, a perda óssea começa a ser percebida apenas quando gera desconforto ao paciente (dentes moles ou falta de estabilidade da prótese, por exemplo), mas durante muito tempo compromete a saúde geral do indivíduo, tendo em vista que os usuários de próteses e portadores de doenças periodontais geralmente apresentam problemas mastigatórios e de deglutição, o que pode levá-los à deficiência de absorção de nutrientes, além de sobrecarregar o sistema digestivo.
A questão estética também é importante. Os desdentados e usuários de próteses acabam tendo alguns traços de seu rosto alterados, com o passar do tempo, como boca murcha, nariz caído e rugas precoces. A auto-estima, nesses casos, fica comprometida.
O implante zigomático, uma técnica relativamente nova no Brasil e no exterior, torna-se então um grande aliado destes pacientes. Além de solucionar o problema, o implante zigomático simplifica e agiliza o tratamento, já que possibilita a realização da prótese definitiva sobre os implantes em até três dias após a cirurgia.
Os especialistas em implante zigomático, responsáveis por mais de 250 tratamentos em pacientes desdentados totais, no período de 2005 a 2007, relatam que os pacientes chegam a recuperar mais de 90% de suas funções mastigatórias após o implante e 100% deles revelaram ter recuperado a auto-estima.







