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DABOCAPRADENTRO | BELEZA & SAÚDE

Seção: Curiosidades



57 post(s) publicado(s) em “Curiosidades”.

Postado em 10/6/2009 11:39 por Julia Futaki

Amora pode ser eficaz contra herpes

Amoras podem ser um tratamento eficaz para o vírus da herpes, de acordo com cientistas da Universidade de Kaohsiung, em Taiwan.

Outros estudos já haviam observado a eficiência da fruta no tratamento de problemas da bexiga. Agora, os pesquisadores afirmam que as amoras também podem ser usadas para feridas nos lábios e nos órgãos genitais causadas pelo vírus da herpes.

Apesar das conclusões da nova pesquisa, publicada nas revistas Chemistry and Industry e Journal of the Science of Food and Agriculture , cientistas britânicos afirmam que não há provas suficientes para sugerir que as pessoas devam comer amoras ou beber o suco da fruta para combater o vírus.

Os pesquisadores da Universidade de Kaohsiung examinaram as propriedades da amora alpina, um arbusto esverdeado também conhecido como Vaccinium vitis-idaea .

A planta já é utilizada no tratamento de distúrbios digestivos e suas flores secas são utilizadas na produção de medicamentos para problemas pulmonares.

SUCO

Os pesquisadores de Taiwan isolaram um composto chamado proantocianidina A-1. Eles examinaram sua ação contra o vírus da herpes tipo 2 (HSV-2 ou herpes simplex), que causa feridas nos lábios e nos órgãos genitais.

Testes de laboratório mostraram que a substância suprime significativamente a infecção por HSV-2 sem efeitos tóxicos. Não houve uma redução no poder de infecção do vírus, mas nos efeitos da infecção.

A equipe, liderada por Hua-Yew Chung, sugere que a proantocianidina A-1 impede que o vírus se atrele às células ao perturbar as glicoproteínas em volta do vírus ou da membrana da célula hospedeira.

Mas os pesquisadores dizem que são necessários mais estudos para esclarecer exatamente que mecanismo é esse.

Marian Nicholson, diretora da Associação para o Vírus da Herpes, disse que as conclusões são o resultado uma pesquisa realizada apenas em laboratório.

Ela afirma que mais evidências são necessárias para determinar se o tratamento funciona antes de recomendá-lo.
Segundo Nicholson, no passado, "testes de laboratório sugeriram que tratamentos com algas poderiam matar o vírus."

fonte: BBC Brasil

Postado em 4/6/2009 10:36 por Julia Futaki

Alecrim do Campo apresenta propriedades contra a cárie

Extratos das folhas de alecrim-do-campo apresentaram atividades biológicas que revelaram seu potencial terapêutico para a prevenção do desenvolvimento de cárie dental. Esses resultados abrem caminhos para criação de cremes dentais e enxaguatórios bucais a base da planta. A conclusão é da pesquisa desenvolvida por Denise Pimenta da Silva Leitão, em seu doutorado pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP.

Alecrim-do-campo


Segundo a pesquisadora, o alecrim-do-campo é a principal matéria-prima da própolis verde, uma variedade de própolis produzida mais especificamente nos Estados de Minas Gerais e São Paulo. Diversos estudos têm mostrado que a própolis verde é capaz de inibir a proliferação de Streptococcus mutans ( S. mutans ), apontado como agente causal primário ou iniciador da cárie dental em seres humanos.

No trabalho que originou seu doutorado, Denise faz justamente a comparação do extrato de própolis verde com o extrato do alecrim-do-campo. Verificou-se que em todos os parâmetros bioquímicos avaliados do microorganismo Streptococcus mutans , os extratos do alecrim tiveram uma atividade praticamente igual ao extrato da própolis verde. A pesquisa teve a orientação do professor Augusto César Spadaro.

"Nos testes in vitro , foi observado o mesmo perfil inibitório na produção de ácidos e de enzimas glucosiltransferases do S. mutans , que as utiliza para produzir polissacarídeos de adesão que permitem à bactéria grudar no dente", conta Denise. "Essas enzimas usam a sacarose da nossa dieta para fabricar polissacarídeos (moléculas grandes de carboidratos) de adesão, grudando na superfície do dente e formando a placa dental." De acordo com a pesquisadora, em doses um pouco maiores, o extrato do alecrim-do-campo foi capaz também de eliminar essas bactérias.

Produto farmacêutico

Nos últimos anos, vários trabalhos foram publicados sobre a atividade biológica de extratos de própolis verde nos fatores de virulência de Streptococcus mutans relacionados à cárie dental. A finalidade é direcionar o uso da própolis verde como produto farmacêutico no tratamento e prevenção de cáries dentais e outras infecções da cavidade bucal.

"Embora exista todo um cuidado com a qualidade de produtos farmacêuticos preparados a partir de própolis, a sua padronização para a produção de medicamentos ainda encontra vários obstáculos, pelo fato de a composição química desta resina estar sujeita a inúmeras variações sazonais e ambientais", explica Denise.

Segundo a pesquisadora, a matéria-prima de origem vegetal, embora também esteja sujeita a variações sazonais de sua composição química, oferece uma facilidade maior para padronização, desde que seu plantio seja feito sob rigoroso monitoramento. "A produtividade de matéria-prima vegetal em relação à própolis verde representa um fator vantajoso."

fonte: Serviço de Comunicação do Campus de Ribeirão Preto da USP.


Postado em 27/5/2009 8:15 por Julia Futaki

Fim do motorzinho?

A broca do profissional de odontologia está com os dias contados. Cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) desenvolveram uma ponta de diamante acoplada a um aparelho de ultra-som que dispensa o uso do incômodo motorzinho.

Em vez de rotações, o tecido destruído pela cárie é retirado por vibrações de alta freqüência. Com isso, é possível preservar ao máximo a parte sadia do dente, sem dor nem sangramento. O pesquisador Vladimir Trava Airoldi diz que os testes comprovaram que a nova broca elimina a necessidade de anestesia em 65% dos casos.

Postado em 20/5/2009 10:20 por Julia Futaki

Doação de dentes

O BDH, Banco de Dentes Humanos (BDH) da Faculdade de Odontologia (FO) da USP surgiu em 1996 por uma iniciativa pioneira do professor da FO, José Carlos Imparato, para o fornecimento de dentes para pesquisa a alunos e pesquisadores. "Os professores pediam muitos dentes aos alunos e eles os obtinham em cemitérios ou compravam. Isso é ilegal, é comércio de órgãos", conta Imparato, que também é coordenador técnico-científico do BDH.

Outro objetivo era a conscientização dos professores da dificuldade em obter dentes humanos. Alessandra Nassif, doutoranda da FO, conta que os professores chegavam a pedir uma arcada inteira para cada aluno, mas hoje esse número diminuiu para oito dentes por aluno da graduação.

Pesquisa

No começo, o Banco usava os dentes para colagem, isto é, transplantava dentes doados em pacientes. Com o tempo, surgiram técnicas mais simples e o Banco se redirecionou para armazenamento de dentes para pesquisa.

O foco atual é o de oferecer dentes para alunos de graduação e pós-graduação, para pesquisas, e para professores usarem em suas aulas, quando não é possível utilizar dentes artificiais. O BDH divide-se em Divisão Decídua, que armazena dentes-de-leite para pesquisa, e a Divisão Permanentes, que oferece dentes para ensaios pré-clínicos dos alunos.

Os dentes são levados para o Banco depois de os doadores assinarem um termo de doação. Lá, são lavados com sabão e armazenados em recipientes com água, dentro de uma geladeira. Os dentes permanentes que apresentam tártaro ou outro tipo de contaminação são raspados.

A esterilização acontece quando o dente vai ser usado. "O tipo de solução que vai ser usada para esterilização depende do objetivo da pesquisa, por isso deixamos que o próprio pesquisador escolha", explica Alessandra. Os dentes para os graduandos são esterilizados no Banco.

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Postado em 14/5/2009 9:33 por Julia Futaki

Estresse pode causar bruxismo

Quando degustamos um alimento sequer imaginamos a quantidade de músculos e articulações que entram em ação, pois o ato de mastigar é mais complexo do que parece. Vários grupos musculares, ligamentos, articulações, ossos e região dentária são responsáveis pela coordenação e harmonia da abertura e fechamento da boca. Porém quando este processo não acontece ou ocorre de maneira incorreta, pode surgir uma série de complicações.

O problema deve ser corrigido assim que diagnosticado, pois pode ocorrer transtornos na articulação da mandíbula, o que ocasiona sintomas da Síndrome da Articulação Têmporo-Mandibular (SATM) ou Distúrbios do Aparelho Estomatognático, que alteram a musculatura facial. Espasmos nos músculos mastigatórios, luxações na articulação têmporo-mandibular, traumas no complexo maxilo-mandibular, problemas na oclusão dentária, bruxismo, tumores e alterações de desenvolvimento ósseo são problemas que requerem tratamento diferente.

Um dos mais comuns é o bruxismo, também conhecido por briquismo, caracterizado pelo ranger dos dentes durante o sono ou uma pressão excessiva durante o dia, raramente é identificado pelo paciente. Cerca de 15% da população é atingida, entre homens, mulheres e crianças. Não pode ser classificado como doença, mas como uma manifestação de que algo está errado.

As principais causas deste ato inconsciente estão ligadas ao fechamento inadequado da boca, alinhamento incorreto dos dentes, fatores psicológicos, tensão emocional, agressão reprimida, ansiedade, raiva, medo, frustrações, estresse emocional e físico. A maioria dos casos está relacionada ao estresse e forte tensão emocional.

Entre os sintomas estão dores ao morder, bocejar ou abrir a boca; estalo e rangido quando ocluimos os dentes; sensação de mordida desalinhada, torta ou cruzada; dor na face, ouvido, pescoço e nuca; dores de cabeça frequentes, além de estresse, ansiedade e depressão.

O primeiro diagnóstico é feito pelo paciente, que ao detectar o problema deve procurar um especialista que realizará exame clínico de apalpação da face. Além do exame físico, os exames de imagem como radiografias, tomografias computadorizadas e a ressonância magnética são importantes para o diagnóstico. O tratamento vai de orientação mastigatória a terapias complementares, em alguns casos existe a necessidade de ajustes na oclusão, restabelecendo espaços protéticos, adequações de restaurações, próteses dentárias e o uso de aparelhos ortodônticos. Outro item importante do tratamento é descobrir a causa do bruxismo no dia-a-dia, que poderá ser identificado durante um exame clínico.

Para alívio dos sintomas são recomendadas placas de mordida, confeccionadas em resina acrílica - que aliviam e ajudam a preservar os dentes, evitando os desgastes; reabilitação oral por meio de próteses dentária; tratamentos ortodônticos; conscientização da disfunção; relaxamento da musculatura facial; acompanhamento psicológico ou psiquiátrico; bolsas de água quente na região afetada e massagens aliviam a dor.

Postado em 12/5/2009 16:55 por Julia Futaki

Cimento reparador

 Também sediada em São Carlos, a Binderware espera colocar no mercado ainda este ano o cimento reparador chamado de aluminoso e desenvolvido sob a coordenação do professor Victor Carlos Pandolfelli, da UFSCar.As informações são da revista da Fapesp.

O produto, que teve a patente licenciada pela universidade, foi batizado de EndoBinder. Ele é formado por uma composição à base de cimento de aluminato de cálcio (óxidos de alumínio e cálcio) com alta pureza misturado a aditivos que permitem aplicações na área da endodontia. “Até o momento, nosso cimento tem sido usado com sucesso em três casos clínicos: tratamentos de perfurações das paredes do canal da raiz do dente, obturação da ponta da raiz dentária e como selador em quadros que o dente passa a ser absorvido pelo próprio organismo. Nesse caso, o cimento cria uma barreira de proteção na região da absorção”, explica o engenheiro Hebert Rossetto, um dos sócios da Binderware.

“O EndoBinder é um agregado mineral que representa uma nova geração desse tipo de material ”, diz a engenheira Tathiana Moreira, diretora da Binderware. Segundo ela, o produto tem menor tempo de endurecimento do que o material usado no tratamento convencional, sua coloração é naturalmente branca, próxima à da estrutura dental, tem porosidade reduzida e possui boa resistência a compressão. A empresa começou a operar no início do ano passado na incubadora ParqTec, de São Carlos, e em dezembro último instalou-se em sede própria.

Criada em dezembro de 2007, a ProtMat aguarda o aval da Anvisa para comercialização de seus blocos cerâmicos usados para fabricação de pilares intermediários e próteses dentárias. Pilares são conectores entre implantes – os pinos introduzidos no osso – e a prótese. Os materiais cerâmicos escolhidos têm compostos de zircônia estabilizada com ítria ou alumina. A zircônia é uma cerâmica sintética fabricada a partir do minério zirconita. “A zircônia estabilizada com ítria é uma das cerâmicas com maior resistência à fratura. Além disso, ela possui boas características para sua aplicação como componentes de próteses dentárias, boa adesão com cerâmicas de recobrimento de próteses, porcelanas e excelente translucidez”, destaca o engenheiro Claudinei dos Santos, professor do programa de pós-graduação da Escola de Engenharia de Lorena da USP e sócio da ProtMat junto com o professor Carlos Elias, do Instituto Militar de Engenharia (IME), do Rio de Janeiro.

O desenvolvimento desse novo ma­terial cerâmico ocorreu durante o projeto Jovens Pesquisadores, da FAPESP, finalizado em setembro de 2008. “O objetivo do projeto era criar no país pilares intermediários de material cerâmico para serem utilizados em sistemas de implantes dentários”, explica Santos. “Esses pilares são usualmente metálicos, o que traz o inconveniente de reduzir a qualidade estética das próteses, pois escurecem quando observadas contra a luz. A ideia foi substituir esses pilares metálicos por cerâmicas de alta resistência mecânica que tivessem boa aparência. Criamos, então, os blocos cerâmicos de zircônia que são usinados e transformados em pilares ou nas próprias próteses.”

A partir das imagens digitalizadas de modelos de um dente, por exemplo, um software determina todos os parâmetros necessários para fabricação da peça. “Nossa empresa verificou que num futuro próximo vários centros de usinagem protéticos irão se instalar no Brasil. Assim poderemos fornecer materiais cerâmicos com propriedades mecânicas e preços competitivos para suprir o consumo desses centros”, diz Santos.

Postado em 8/5/2009 11:08 por Julia Futaki

Mesma célula da língua pode sentir sabores diferentes

A habilidade para diferenciar entre os gostos doce e amargo estão concentradas em uma mesma papila gustativa, segundo cientistas americanos.

As células da língua diferenciam quatro sabores básicos – doce, salgado, azedo e amargo –, além de alguns sais de certos ácidos.

Mas os cientistas não compreendiam qual era o mecanismo dessas células para converter o estímulo em gosto e acreditavam que diferentes regiões da língua sentiam diferentes sabores.

Segundo uma equipe de pesquisadores da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, a chave para o mistério são os chamados mensageiros químicos. A descoberta foi apresentada em uma reunião da Academia Nacional de Ciências americana na segunda-feira.

Ratos

A equipe de cientistas de Ohio estudou ratos e descobriu dois mensageiros químicos, um para o gosto doce e outro para o gosto amargo. Os dois estavam presentes, juntos, nas mesmas papilas gustativas na parte de trás da língua.

Há alguns anos, os cientistas descobriram o químico responsável pelo o gosto amargo, chamando-o de CCK.

Agora, pela primeira vez, foi descoberto o químico responsável pelo gosto doce, o neuropeptídeo Y (ou NPY) nas papilas gustativas.

As papilas gustativas – as minúsculas protuberâncias da língua – são compostas por entre 50 e 100 células.

No estudo, os pesquisadores isolaram células das papilas gustativas de ratos e conectaram eletrodos minúsculos às células.

Quando eles analisaram célula por célula, observaram que apenas uma poderia conter os dois químicos.

Postado em 30/4/2009 13:34 por Julia Futaki

Chiclete sem açucar ajuda na redução do peso

Cientistas do Centro de Pesquisas Biomédicas Pennington, em Lousiana (EUA) descobriram que pessoas que mascam chicletes sem açúcar regularmente consomem menos guloseimas, portanto, têm uma ingestão menor de calorias. O estudo foi apresentado para o meio científico no último dia 19, no Encontro de Biologia Experimental que ocorreu em Nova Orleans.

A apresentação, feita pela cientista dra. Paula J. Geiselman, chefe do departamento de Saúde da Mulher e Comportamento Alimentar de Pennington, é parte do programa científico da Sociedade Americana de Nutrição. Outros estudos, feitos anteriormente, já mostravam que o consumo de gomas de mascar sem açúcar está diretamente associado a uma diminuição no consumo de guloseimas. O que diferencia este estudo das pesquisas prévias é a análise do teor nutricional dos alimentos escolhidos pelos voluntários após mascarem chicletes sem açúcar.

O estudo envolveu 115 voluntários -entre homens e mulheres- com idade entre 18 e 54 anos. Os voluntários faziam duas visitas por dia ao laboratório: uma para testar seu apetite ao mascarem chiclete, e outra, para quando não tinham consumido o produto. No início de cada visita, eles faziam um lanche -cujo teor nutricional era equivalente a um quarto da ingestão de calorias necessárias para um dia. Depois, permaneciam por cerca de três horas no laboratório.

Em uma das visitas que faziam, os visitantes, após lanchar, tinham que mascar chiclete sem açúcar por 15 minutos a cada hora. Na segunda visita, não consumiam gomas de mascar após o lanche. Após três horas da última refeição, os cientistas ofereciam alimentos variados, entre eles guloseimas com altos teores de açúcares e compostas por carboidratos complexos (presente em alimentos como pães, massas, entre outros), e alimentos com altos e baixos níveis de gordura. Os voluntários podiam comer o quanto queriam dos alimentos que escolhessem.

Resultado

Após os testes, os voluntários preencheram questionários que avaliaram sua auto-percepção em relação à sensação de fome, ao desejo de consumir guloseimas, bem como o nível de energia física.

Os resultados demonstraram que, nos testes que incluíram o consumo das gomas sem açúcar, os voluntários reportaram um diminuição com relação à sensação de fome e desejo por doces. Também disseram sentir que seu nível de energia se manteve o mesmo durante a tarde, e ficaram menos sonolentos.

De acordo com Paula, "em geral, a pesquisa demonstra o potencial dos chicletes sem açúcar como uma ferramenta para controle do apetite, redução da ingestão de guloseimas entre as refeições, e controle do peso".

A avaliação final demonstrou que os participantes deixaram de ingerir cerca de 40 calorias provindas de guloseimas em geral, e 60 calorias provindas de alimentos com açúcar. "Mesmo a diminuição da ingestão de uma pequena quantidade de calorias tem um impacto significativo a longo prazo", afirmou

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Postado em 24/4/2009 0:58 por Julia Futaki

Mangá incentiva a higiene oral na infância

A partir desse mês, a Drogaria São Paulo passa a disponibilizar em todas as lojas o livro infantil "Gangue Dix: a festa no salão da boca!", da Profashional Editora. O exemplar é educativo e traz informações para os pequenos sobre como manter a higiene bucal em dia.

Rico em ilustrações em estilo mangá (quadrinho oriental), "Gangue Dix: a festa no salão da boca" tem uma linguagem especial para o público infantil, moderna e de fácil compreensão. O livro transforma a cárie, a bactéria e o tártaro em personagens e mostra passo a passo como a falta de cuidado na escovação pode causar danos à saúde da boca. Ao final, os vilões Dixcariano, Dixbactuti e Dixtartarino são combatidos pelos cuidados básicos de higiene: visita regular ao dentista e o uso adequado do fio dental, escova de dentes e enxaguante.

Os problemas orais em crianças são comuns e causam uma série de desconforto para os pequenos. A cárie, por exemplo, pode ocasionar infecções, perda de dentes, dentes permanentes tortos, dores fortes e até mesmo baixa auto-estima, pois com a aparência escura nos dentes, em alguns casos, a criança passa a sentir vergonha do próprio sorriso.

"Gangue Dix: a festa no salão da boca!" é uma iniciativa da Drogaria São Paulo, com o apoio da Colgate e realização da Profashional Editora. A tiragem deste livro é de 50 mil exemplares que estão sendo distribuídos em todas as lojas da Drogaria São Paulo, aos clientes que comprarem produtos da marca Colgate.

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Postado em 22/4/2009 10:44 por Julia Futaki

Periodontite, você sabe o que é?

Cuidado com ela. Se você não se tratar logo e higienizar sempre muito bem a boca há riscos da Periodontite aparecer. O mal, nada mais é do que grau mais grave da gengivite. Nesse estágio,  osso e ligamentos de suporte dos dentes podem ficar comprometidos. Nos casos mais avançados, os dentes ficam abalados e há risco de perda.