Seção: Editorial
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"Junte-se a nós para uma boca mais saudável". Com este tema, a Colgate-Palmolive promove pelo sexto ano consecutivo - em parceria com a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) - aTemporada Colgate de Saúde Bucal,com início em 29 de setembro até o dia 09 de novembro. No Ceará, profissionais de odontologia orientarão os consumidores nas cidades de Fortaleza, Maracanaú e Sobral.
Serão distribuídos ao público materiais que ensinam como fazer uma higiene oral adequada passo a passo, combatendo cárie, tártaro, placa bacteriana, mau hálito e problemas na gengiva, entre outros. Para dar suporte aos dentistas, promotoras e o mascote das ações educacionais da Colgate-Palmolive junto às crianças - o coelho dentista, Dr. Dentuço - vão interagir com a população. O consumidor que participar das promoções concorre a diversos brindes.
"A campanha é parte integrante do programa global da Colgate-Palmolive, que visa reforçar a adultos, crianças e jovens importância de bons hábitos de higiene oral para manter os dentes saudáveis e melhorar a qualidade de vida das pessoas", afirma Juliana Werdesheim Altona, Marketing da Colgate-Palmolive Brasil. "Como líder no mercado brasileiro de higiene bucal, a missão da Colgate é disseminar a importância das boas práticas, incluindo as visitas periódicas ao dentista e ensinar a importância do uso do sistema completo de higiene bucal: creme dental, fio escova e enxaguante", completa a executiva.
No hot site da Temporada Colgate de Saúde Bucal (www.colgate.com.br/temporadadesaudebucal), os consumidores terão acesso à lista de endereços de todas as lojas participantes, bem como dicas e orientações sobre higiene e saúde bucal e outras atividades na área de responsabilidade social e sustentabilidade promovidas pela Colgate-Palmolive. Uma das iniciativas é o apoio à Operation Smile, organização médica internacional formada por profissionais voluntários dedicados a melhorar a vida e a saúde de crianças e jovens ao redor do mundo, e que, desde sua fundação, em 1982, já tratou mais de 130.000 crianças nascidas com fissuras lábio palatais e outras deformidades faciais.
A Temporada Colgate de Saúde Bucal vai promover diversas ações em supermercados, hipermercados e farmácias de todo o país, que terão o objetivo de informar a população sobre os principais problemas bucais e como manter uma boca mais saudável. A atividade engloba ação promocional direcionada aos consumidores nos pontos-de-venda, com uma linha completa de produtos COLGATE para a higiene bucal, incluindo cremes, escovas e fio dental, além dos enxaguantes bucais COLGATE Plax.
Para os alunos da pré-escola à 5ª série do ensino fundamental, acontece o concurso cultural "Sorrindo para o Mundo" - que fala sobre sustentabilidade e higiene bucal - em escolas municipais e estaduais de todo o Brasil. Além destas atividades, crianças de 5 a 12 anos podem participar do concurso cultural via internet no hot site da campanha: www.colgate.com.br/temporadadesaudebucal. Para os adultos foi criado um quiz. Os vencedores de cada uma das ações ganharão prêmios.
Para comunicar a Temporada Colgate de Saúde Bucal foi feita uma parceria com as emissoras de televisão, que divulgarão a importância de uma correta higiene bucal para uma boca mais saudável.
Com ampla interatividade, o hot site terá ainda informações completas sobre as ações da Temporada Colgate de Saúde Bucal, como a lista dos pontos-de-venda participantes, dicas e orientações sobre higiene e saúde bucal e outras atividades na área de responsabilidade social e sustentabilidade promovidas pela Colgate-Palmolive. Uma das iniciativas é o apoio à Operation Smile - organização médica internacional formada por profissionais voluntários dedicados a melhorar a vida e a saúde de crianças e jovens ao redor do mundo. Desde sua fundação, em 1982, já tratou mais de 130.000 crianças nascidas com fissuras lábio palatais e outras deformidades faciais.
O INBRAVISA - Instituto Brasieiro de Auditoria em Vigilância Sanitária (www.inbravisa.com.br), informa que a ANVISA determinou, nesta segunda-feira (16/11), a suspensão, em todo o país, das propagandas de alguns produtos para saúde fabricados pela empresa Brasdonto Indústria Metalúrgica Ltda.
Os produtos Autoclaves BRClave 12, 18 e 21 L CR e SR; BRClave 4 e 7L CRE e Estufas ES 200, ST 200, nº. 0, nº. 1, nº. 2, nº. 3, nº.4 e nº.5 não possuem registro na Anvisa.
A proibição vale para as propagandas veiculadas em qualquer meio de comunicação.
Produtos e equipamentos sem registro na ANVISA, não passaram por verificações oficiais de eficácia e segurança e não devem ser usados pelos profissionais, alerta o Dr. Rui Dammenhain, especialista em vigilância sanitária e diretor presidente do INRAVISA.
Profissionais e serviços de saúde que possuam algun destes equipamentos podem consultar gratuitamente a equipe técnica do INBRAVISA para saber como proceder em relação a devolução e/ou troca.
A Trevisan, por meio de seu programa Socioambiental, realizou o debate "A liberdade de escolha e os impactos do tabaco na saúde", na sede da Trevisan Escola de Negócios, em São Paulo. Participaram do debate representantes da empresa Souza Cruz e da classe médica. A platéia, formada por profissionais, professores e alunos, teve a oportunidade rara de ouvir os dois lados desse assunto polêmico.
Os médicos apresentaram diversas evidências dos males que o cigarro faz para a saúde. De acordo Silvio Boraks, cirurgião dentista especialista em doenças da boca, dos 20 mil casos de câncer bucal estudados pelo Instituto do Câncer Dr. Arnaldo, 95% das pessoas fumavam.
"Dez por cento de todos os tumores malignos do organismo ocorrem na boca e, infelizmente, 83% destes atendimentos já estão em estágio avançado da doença", revelou o médico. Segundo ele, o hábito de fumar aumenta a chance de câncer bucal de 188% para 1.305%, e "somente 20 anos após parar de fumar é que a probabilidade de se ter câncer bucal é a mesma de quem não é fumante".
"Filhos de pai e mãe fumantes têm 48% a mais de chances de ataques asmáticos", afirmou o pediatra Aniello Ciro Carbone.
Por outro lado, os executivos da Souza Cruz argumentaram que a empresa informa de maneira ampla todos os riscos do produto que vendem, cabendo ao consumidor adulto escolher se quer assumir o risco ou não. "Trabalhamos numa empresa legalmente constituída, que cumpre com todas as suas obrigações e obedece a todas as regulamentações do setor", afirmou José Roberto Cosmo, que recentemente se aposentou como gerente de Sustentabilidade da Souza Cruz. "Nossa comunicação tem como objetivo simplesmente atrair o fumante da outra marca para a nossa, e não incentivar novos fumantes."
Outro assunto intensamente discutido foi a intensa legislação a que a indústria tabagista é submetida. O gerente de Assuntos Regulatórios da Souza Cruz, Délcio Sandi, comentou que algumas medidas implementadas sem antes serem amplamente discutidas acabam tendo efeitos não esperados. Ele disse que mesmo sem as propagandas maciças de cigarros, proibidas por lei, as pessoas continuam a fumar. "Atualmente, temos no mundo 1,2 bi de fumantes. Estudos mostram que, em 2050, existirão entre 1,5 bi a 2,2 bi fumantes", disse. A explicação dele é que, quanto mais uma atitude é considerada ilegal ou proibida, mais os jovens se sentem atraídos por ela.
A Souza Cruz Internacional, de acordo com Sandi, realiza constantemente estudos de novas tecnologias aplicadas ao cigarro para diminuir o risco. "A expectativa é que, de médio a longo prazo, tenhamos algum resultado", disse.
Esse tipo de evento oferecido pela Trevisan Escola de Negócios tem como objetivo ampliar a visão de mundo do aluno e estimular a sua capacidade analítica em relação à sociedade atual.
Um guia de orientação com informações práticas e específicas para cuidar melhor da saúde do nariz, dos ouvidos e da garganta na infância
Em Cuidando dos ouvidos, nariz e garganta das crianças, os respeitados médicos otorrinolaringologistas Dra. Tania Sih e Dr. Ricardo Godinho abordam de forma clara e objetiva os mais comuns problemas clínicos infantis, como dor de garganta, infecções de nariz e ouvido e problemas respiratórios, ensinando como reconhecê-los e provendo recomendações essenciais para cada situação.
A obra é dividida em capítulos curtos e esclarecedores, facilitando a consulta e oferecendo rápidas respostas para questões que costumam afligir os pais como o que são as viroses, como fazer uso de antibióticos e como identificar problemas de audição nas crianças.
Além das doenças e alterações que afetam as crianças no dia a dia, o livro apresenta soluções para enfrentar com tranquilidade e conhecimento outras disfunções, apontando as estratégias de prevenção e tratamento mais eficientes e evitando repercussões negativas no adulto de amanhã.
"A pequena grande obra Cuidando dos ouvidos, nariz e garganta das crianças, escrita com carinho e esmero para pais e cuidadores, tem o mérito da simplicidade e, por isso, atinge integralmente seus objetivos. Preenche as lacunas entre a cultura popular e a informação especializada, possibilitando o reconhecimento de problemas corriqueiros que, por vezes, se tornam sérios, por suas imbricações com o desenvolvimento normal da criança e do adolescente. (...) Trata-se de uma literatura que aborda de uma forma holística os aspectos otorrinolaringológicos na infância, o que vem ao encontro dos anseios da Sociedade Brasileira de Pediatria, de que a criança e o adolescente sejam vistos, mesmo pelos especialistas, de forma integral, como um ser em transformação. Recomendo-a como leitura importante para as famílias e profissionais."
Prof. Dr. Dioclécio Campos Júnior, Presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Português ? 2ª edição ? 2009
146 pp. ? 13 x 21 cm
ISBN 978-85-61630-04-1
R$ 32,00
Sobre os autores
Tania Sih é Doutora em Otorrinolaringologia, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e Secretária-geral da Interamerican Association of Pediatric Otorhinolaryngology (IAPO). Foi médica pesquisadora convidada (Guest Research) dos Centers for Disease Control and Prevetion (CDC) em Atlanta, Estados Unidos, entre 1990 e 1995. Autora de dezenove livros de Otorrinopediatria, com edições em português, inglês e espanhol.
Ricardo Godinho é Mestre e Doutor em Pediatria, professor de Otorrinolaringologia e coordenador administrativo do Instituto de Educação Continuada da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Felow do Departamento de Otorrinolaringologia Pediátrica do Massachusetts Eye and Ear Infirmary da Harvard Medical School, nos Estados Unidos, e consultor da Interamerican Association of Pediatric Otorhinolaryngology (IAPO).
Oirã
Pensando nos desafios e nas conquistas ligados a ciência, saúde e bem-estar, a BEI criou o selo editorial Oirã - palavra que significa "amanhã", em tupi.
O selo estreou no mercado no segundo semestre de 2008, com a publicação dos títulos É câncer!, um livro atualizado e esclarecedor sobre o câncer de próstata, a partir de um relato da experiência de José Alberto de Camargo; e Células-tronco: uma revolução científica, que traz as informações mais atuais e responde às dúvidas mais frequentes sobre esse tema tão polêmico.
Em 2009, o selo Oirã já publicou mais dois títulos: Transgênicos, o avanço da biotecnologia, que apesar de presentes em nosso cotidiano, continuam incompreendidos pela maior parte da população brasileira; e A vida no presente: memórias de um paciente de neurofibromatose, que apresenta informações médicas e científicas sobre neurofibromatose através da história de Bruno Rebouças Tamassia, que se descobre portador da doença ainda na adolescência.
Os próximos títulos pretendem abordar, igualmente, temas de grande relevância e atualidade, combinando a melhor informação a cuidadosos projetos gráficos.
Cientistas do Instituto de Biociências (IB) da USP descobriram uma forma de obter células-tronco do músculo que fica ao redor da boca (chamado orbicular do lábio) e as utilizaram para produzir ossos. De acordo com a dentista Daniela Bueno, autora da pesquisa de doutorado, o procedimento pode originar uma terapia com células-tronco para implantar dentes e tratar deformidades no crânio e no rosto, como o lábio leporino, uma fissura no lábio, céu da boca e osso alveolar (que sustenta os dentes e a gengiva).
Durante a pesquisa, Daniela percebeu que as células-tronco se mostraram capazes de originar quatro tipos de tecidos diferentes do corpo: ossos, músculo, cartilagem, e tecido adiposo (composto por células que armazenam gordura). "Nossa idéia é, um dia, poder implantar as células-tronco que vêm desse músculo e se transformam em ossos para tratar as deformidades da boca e do rosto", informa a pesquisadora.
Segundo o pediatra Carlos Alexandre Ayoub, do Centro de Criogenia Brasil, a cada dia surgem novas técnicas e aplicações para as células-tronco. "As propriedades das células-tronco são importantes também para doenças raras que necessitem de regeneração", afirma. Hoje, mais de 300 doenças estão em fase final de testes, com resultados positivos e surpreendentes. No futuro espera-se reconstituir órgãos inteiros com células-tronco, não dependendo mais de transplante.
O trabalho de doutorado de Daniela foi coordenado pela professora Maria Rita Passos Bueno, do IB-USP, e teve como co-autoras a professora Mayana Zatz, pró-reitora de pesquisa da USP, e Irina Kerkis pesquisadora do Instituto Butantã. O pedido de patente foi tornado público na semana passada.
Centro de Criogenia Brasil
Av. Brasil, 332 - Jardim América
São Paulo - SP
Tel. (11) 3057.0510
Central de Atendimento: 0800 770 11 12
www.ccb.med.br
O INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária considerando o disposto na legislação sanitária vigente , reitera que os produtos , equipamentos , materiais e insumos utilizados em odontologia estão sob regime de vigilância sanitária na categoria de correlatos, e como tal precisam ser registrado junto a AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA - ANVISA.
Tal exigência é definida pelos termos da Lei Federal 6437/77 que no seu Art. 10 - inciso IV diz que se "configura como infrações sanitárias: extrair, produzir, fabricar, transformar, preparar, manipular, purificar, fracionar, embalar ou reembalar, importar, exportar, armazenar, expedir, transportar, comprar, vender, ceder ou usar alimentos, produtos alimentícios, medicamentos, drogas, insumos farmacêuticos, produtos dietéticos, de higiene, cosméticos, correlatos, embalagens, saneantes, utensílios e aparelhos que interessem à saúde pública ou individual, sem registro, licença, ou autorizações do órgão sanitário competente ou contrariando o disposto na legislação sanitária pertinente.
Em relação as empresas de comércio , além do diploma legal citado, temos a LEI 6.360/76 , que determina : "somente poderão extrair, produzir, fabricar, transformar, sintetizar, purificar, fracionar, embalar, reembalar, importar, exportar, armazenar ou expedir os , as empresas para tal fim autorizadas pelo Ministério da Saúde e cujos estabelecimentos hajam sido licenciados pelo órgão sanitário das Unidades Federativas em que se localizem"
Desta forma a aquisição de produtos sem registro ou adquiridos de empresas sem a devida documentação sanitária , a saber Autorização de Funcionamento (AFE) emitida pela ANVISA e licença sanitária emitida pelo órgão sanitário local se configura como graves infrações sanitárias e também em crime contra a saúde pública de acordo com a Lei Federal 9677/98, e por estes motivos requeremos a especial atenção no sentido de exigir estes documentos quando da aquisição de produtos odontológicos.
Em comemoração aos 80 anos da Condor, a divisão de Higiene Bucal da empresa mudou o layout das embalagens dos três anti-sépticos bucais. Com rótulos maiores e designs menos arredondados, as novas embalagens se destacam no ponto de venda.
Apresentados nos sabores menta & canela e hortelã fresh para adultos e na versão Júnior com gostinho de morango para crianças, os produtos não contêm álcool, continuam disponíveis em frascos de 250ml e possuem 225 ppm de flúor. São ideais para combater a placa bacteriana e os germes causadores do mau hálito. Preço Sugerido: R$* 5,40.
* Preço varia conforme as regiões do País
SAC: 0800- 47 66 66 / Site: www.condor.ind.br
Os 155 municípios com menor Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS) e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) poderão ampliar ou implantar centros odontológicos com atendimento gratuito para a população. A Secretaria de Estado da Saúde liberou R$ 4 milhões para que estas cidades ampliem, modernizem ou mantenham unidades odontológicas voltadas ao atendimento gratuito da população.
Chamado de Sorria SP, o programa da Secretaria prevê investimento de R$ 26,4 mil por município para manutenção da unidade, compra de insumos e pagamento de profissionais.
Aos municípios cabe oferecer profissionais para o atendimento à população e a cobertura de gastos que excedam os valores repassados pela Secretaria durante o ano.
"O repasse é fundamental para melhorar a saúde bucal dos paulistas das regiões mais carentes", afirma o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.
Relação dos municípios
DRS Município Valor anual (repasse estadual)
1 Embu-Guaçu 26.400,00
1 Francisco Morato 26.400,00
1 Franco da Rocha 26.400,00
1 Pirapora do Bom Jesus 26.400,00
1 Rio Grande da Serra 26.400,00
1 Salesópolis 26.400,00
1 Santa Isabel 26.400,00
2 Avanhandava 26.400,00
2 Barbosa 26.400,00
2 Brejo Alegre 26.400,00
2 Glicério 26.400,00
2 Guzolândia 26.400,00
2 Itapura 26.400,00
2 Nova Castilho 26.400,00
2 Nova Independência 26.400,00
2 Suzanápolis 26.400,00
3 Boa Esperança do Sul 26.400,00
3 Dobrada 26.400,00
3 Dourado 26.400,00
3 Santa Ernestina 26.400,00
3 Tabatinga 26.400,00
3 Trabijú 26.400,00
5 Altair 26.400,00
5 Severínia 26.400,00
6 Arandu 26.400,00
6 Barão de Antonina 26.400,00
6 Cafelândia 26.400,00
6 Coronel Macedo 26.400,00
6 Dois Córregos 26.400,00
6 Guaiçara 26.400,00
6 Iaras 26.400,00
6 Igaraçu do Tietê 26.400,00
6 Itaporanga 26.400,00
6 Itapuí 26.400,00
6 Itatinga 26.400,00
6 Lucianópolis 26.400,00
6 Mineiros do Tietê 26.400,00
6 Porangaba 26.400,00
6 Pratânia 26.400,00
6 Presidente Alves 26.400,00
6 Reginópolis 26.400,00
6 Sarutaiá 26.400,00
6 Taquarituba 26.400,00
6 Tejupá 26.400,00
6 Uru 26.400,00
7 Bom Jesus dos Perdões 26.400,00
7 Joanópolis 26.400,00
7 Pedra Bela 26.400,00
7 Piracaia 26.400,00
7 Tuiuti 26.400,00
7 Vargem 26.400,00
8 Cristais Paulista 26.400,00
8 Guará 26.400,00
8 Itirapuã 26.400,00
8 Jeriquara 26.400,00
8 Patrocínio Paulista 26.400,00
8 Pedregulho 26.400,00
8 Restinga 26.400,00
8 Ribeirão Corrente 26.400,00
8 Rifaina 26.400,00
8 São José da Bela Vista 26.400,00
9 Alvinlândia 26.400,00
9 Arco-Íris 26.400,00
9 Campos Novos Paulista 26.400,00
9 Canitar 26.400,00
9 Chavantes 26.400,00
9 Espírito Santo do Turvo 26.400,00
9 Fernão 26.400,00
9 Flórida Paulista 26.400,00
9 Florínia 26.400,00
9 Gália 26.400,00
9 Guaimbê 26.400,00
9 Guarantã 26.400,00
9 Herculândia 26.400,00
9 Júlio Mesquita 26.400,00
9 Lupércio 26.400,00
9 Mariápolis 26.400,00
9 Pracinha 26.400,00
9 Quintana 26.400,00
9 Rinópolis 26.400,00
9 Salto Grande 26.400,00
9 São Pedro do Turvo 26.400,00
9 Timburi 26.400,00
9 Ubirajara 26.400,00
10 Conchal 26.400,00
10 Mombuca 26.400,00
11 Caiuá 26.400,00
11 Euclides da Cunha Paulista 26.400,00
11 Junqueirópolis 26.400,00
11 Mirante do Paranapanema 26.400,00
11 Monte Castelo 26.400,00
11 Nantes 26.400,00
11 Narandiba 26.400,00
11 Ouro Verde 26.400,00
11 Rosana 26.400,00
11 Teodoro Sampaio 26.400,00
12 Barra do Turvo 26.400,00
12 Iporanga 26.400,00
12 Itariri 26.400,00
12 Juquiá 26.400,00
12 Miracatu 26.400,00
12 Pariquera-Açu 26.400,00
13 Barrinha 26.400,00
13 Guariba 26.400,00
13 Santo Antônio da Alegria 26.400,00
13 Serra Azul 26.400,00
13 Pitangueiras 26.400,00
14 Caconde 26.400,00
14 Santa Cruz das Palmeiras 26.400,00
14 Santo Antônio do Jardim 26.400,00
14 Tambaú 26.400,00
15 Cardoso 26.400,00
15 Marinópolis 26.400,00
15 Nova Canaã Paulista 26.400,00
15 Palmares Paulista 26.400,00
15 Parisi 26.400,00
15 Planalto 26.400,00
15 Pontes Gestal 26.400,00
15 Populina 26.400,00
15 Riolândia 26.400,00
15 Sales 26.400,00
15 São João das Duas Pontes 26.400,00
15 Ubarana 26.400,00
15 Vitória Brasil 26.400,00
16 Alambari 26.400,00
16 Apiaí 26.400,00
16 Bom Sucesso de Itararé 26.400,00
16 Buri 26.400,00
16 Campina do Monte Alegre 26.400,00
16 Capão Bonito 26.400,00
16 Capela Do Alto 26.400,00
16 Cesário Lange 26.400,00
16 Guapiara 26.400,00
16 Guareí 26.400,00
16 Iperó 26.400,00
16 Itaberá 26.400,00
16 Itaóca 26.400,00
16 Itapetininga 26.400,00
16 Itapeva 26.400,00
16 Itapirapuã Paulista 26.400,00
16 Itararé 26.400,00
16 Nova Campina 26.400,00
16 Pilar do Sul 26.400,00
16 Quadra 26.400,00
16 Ribeirão Branco 26.400,00
16 Riversul 26.400,00
16 São Miguel Arcanjo 26.400,00
16 Taquarivaí 26.400,00
16 Tietê 26.400,00
17 Bananal 26.400,00
17 Queluz 26.400,00
17 Redenção da Serra 26.400,00
17 São José do Barreiro 26.400,00
17 São Luís do Paraitinga 26.400,00
17 Silveiras 26.400,00
TOTAL
4.092.000,00
O Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital Universitário (HU) atendeu, entre os meses de setembro e novembro de 2008, 182 pacientes com indicação cirúrgica para ressecção de amígdala e adenoide. Destes, 143 passaram por cirurgia. A iniciativa fez parte do projeto de ensino e de gestão de demanda para tratamento de pacientes com hipertrofia adenoamigdaliana desenvolvido pelo Hospital. O objetivo é oferecer atendimento ambulatorial personalizado e individual de pacientes diagnosticados na região do Butantã (Zona Oeste de São Paulo) e da comunidade USP.
A doutora Ana Paula Curi, assistente da superintendência e uma das responsáveis pelo planejamento do projeto, destaca que o “maior diferencial é a assistência planejada com foco em solução de problemas, associada à oportunidade de ensino e treinamento de residentes”.
Para o doutor Douglas Salmazo Rocha Morales, otorrinolaringologista do HU, além do aprendizado para os residentes, a comunidade se beneficiou com o programa. “O impacto sobre a estrutura hospitalar foi positivo, não havendo dificuldades por falta de materiais, equipes de apoio ou leitos", conta. O projeto para atender pacientes com indicação cirúrgica, num prazo curto de tempo, associado à assistência, ferramentas administrativas modernas e ensino, acelera o tratamento e beneficia pacientes e alunos residentes”.
Das 143 cirurgias realizadas, 70 foram em homens e 73 em mulheres. A idade variou entre 2 e 35 anos. Dos 182 candidatos, 152 compareceram a consulta pré-operatória e 30 abandonaram. Nove pacientes não se internaram e 143 foram operados. Destes, 141 pacientes tiveram alta no mesmo dia e dois no dia seguinte, sendo um por sangramento e outro por vômitos.
Atendimento
A execução do programa envolveu planejamento e logística de diversos departamentos do hospital, entre eles agendamento, responsável pela convocação, enfermagem, responsável por orientar os pacientes e familiares; informática, setor importante para agilizar a marcação de cirurgias e materiais necessários durante o procedimento; e laboratório, responsáveis por realizar exames pré-operatórios.
Os pacientes atendidos foram encaminhados ao HU pelas Unidades Básicas de Saúde da região, com diagnóstico de hipertrofia adenoamigdaliana ou amigdalites de repetição. Em um único dia, todos os pacientes que aguardavam atendimento foram convocados a comparecer ao hospital para consulta, exames e orientações, além do agendamento cirúrgico.
As cirurgias foram realizadas por equipes de otorrinolaringologistas, formadas por um médico assistente (professor) e um médico residente. Foram montadas cinco equipes e as consultas feitas em um mesmo dia. Em relação às cirurgias, foi possível manter dois procedimentos por dia, durante três meses, atingindo assim a meta programada.
Benefícios
O otorrinolaringologista Fabio Jacob, integrante da equipe do projeto, enfatiza o baixo número de complicações. “Tivemos apenas uma revisão cirúrgica e um prolongamento de internação. Estamos num patamar de excelência em relação a literatura internacional. Este programa permitiu que cada paciente fosse avaliado de maneira individual, numa relação médico-paciente eficiente”, explica.
Além dos benefícios aos pacientes, o programa também proporcionou vantagens em relação aos custos com internação. Os pacientes submetidos à cirurgia ficaram em observação no hospital-dia, leitos utilizados para procedimentos com internação de um dia, não havendo necessidade de internação em enfermaria.
Os residentes do Departamento de Otorrino da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), Luciana Mazoti e Bernardo Ramos, participaram do projeto e destacam os pontos positivos do programa. “O atendimento foi feito com organização. Isso é importante, pois não gera pressão na equipe, fazendo com que as metas sejam alcançadas”, diz Bernardo. “Com as cirurgias sendo realizadas diariamente é possível realizar um treinamento repetitivo. O número de cirurgias feitas também é importante”, complementa Luciana.
O tratamento cirúrgico é indicado a pacientes que apresentem respiração bucal, frequentes infecções de vias aéreas superiores, otites e amigdalites de repetição, além de alterações dentárias e esqueléticas da face. “Crianças que apresentam hipertrofia de adenóide ou amígdalas, além de dormirem com a boca aberta, apresentam roncos, movimentação intensa das pernas, braços, tronco e cabeça, devido a necessidade de adquirir uma melhor posição ao dormir; a não realização da cirurgia (quando bem indicada) pode gerar problemas crônicos de ordem ortognática. ”, explica o Douglas.
A cárie dental é uma doença multifatorial, caracterizada como um processo dinâmico, originado pelo desequilíbrio nos fenômenos de desmineralização e remineralização. Diversos estudos têm demonstrado que a prevalência de cárie, na maioria dos países, diminuiu nas últimas duas décadas, devido à implementação de programas de saúde pública, ao uso do flúor através da fluoretação das águas de abastecimento e o uso de dentifrícios fluoretados.
O flúor contido nos dentifrícios é capaz de reduzir a perda mineral do esmalte dos dentes hígidos e ativar a reposição iônica em unidades com lesões de manchas brancas e com lesões incipientes de cárie. Esses dados justificam o presente estudo, que teve por objetivo determinar, in vitro, o grau de proteção do esmalte dentário humano pelo flúor, nas formas de fluoreto de sódio (NaF) e monofluorfosfato de sódio (MFP), contidos em sete dentifrícios-teste (Colgate Proteção Anticáries (DT1), Tre nds (DT2), Prevent Antiplaca (DT3), Colgate Antitártaro (DT4), Phillips 2 com Flúor (DT5), Gessy Cristal Juá e Hortelã (DT6) e Colgate Proteção Anticáries Gel (DT7), comparativamente à ação do dentifrício-controle, sem fluoreto, Phillips (DC), frente à queda do pH aos níveis críticos.
As taxas do cálcio e do fosfato liberados do esmalte, previamente tratado pelos dentifrícios, foram determinadas através da técnica de espectrometria de emissão atômica, com plasma indutivamente acoplado. Os resultados encontrados revelaram o poder protetor desses produtos, indicando o adequado controle da qualidade industrial. Constatou-se, também, maior proteção do esmalte pelos dentifrícios que contêm fluoreto de sódio, em relação àqueles que continham monofluorfosfato de sódio, e uma correlação negativa entre as taxas do cálcio e do fosfato liberados do esmalte dental humano.