Seção: Higiene Bucal
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A GlaxoSmithKline, um dos maiores laboratórios do mundo, lança o novo anti-séptico bucal da linha Sensodyne. O produto reduz as cáries, ajuda a eliminar bactérias que causam a gengivite, a placa dental e o mau hálito e não possui álcool em sua fórmula, por isso é indicado para dentes e gengivas sensíveis. Sensodyne, a marca mais recomendada pelos dentistas para dentes sensíveis, oferece uma linha completa com escovas dentais e o novo anti-séptico bucal que, assim como os cremes dentais, foram desenvolvidos especialmente para pessoas com dentes e gengivas sensíveis. O lançamento está disponível em todo o país.
Mesmo quem acredita que está com a saúde em dia e pretende aproveitá-la passando as férias longe de casa não pode descuidar da boca. O ideal é que uma visita preventiva ao dentista seja feita antes da viagem, para evitar problemas indesejáveis durante a viagem, e a arrumação das malas não pode deixar de fora escova, creme dental e fio dental. Afinal, a cárie não tira férias, e escovar os dentes regularmente é muito importante.
As escovas mais adequadas são as de cerdas macias, para que a limpeza seja feita sem desgastar os dentes ou causar retração gengival. Quanto aos cremes dentais, quase todos que estão no mercado possuem flúor, fundamental para evitar as cáries, em níveis adequados para limpeza e proteção dos dentes sem prejuízo ao esmalte. Mas a escova, sozinha, não consegue remover a placa bacteriana entre os dentes. Por isso, também é fundamental o uso de fio dental ao menos uma vez ao dia, preferencialmente à noite. A última escovação, antes de dormir, é indispensável, e o cansaço por causa das intensas atividades das férias não pode ser desculpa para abrir mão dela.
Extratos das folhas de alecrim-do-campo apresentaram atividades biológicas que revelaram seu potencial terapêutico para a prevenção do desenvolvimento de cárie dental. A conclusão é da pesquisa desenvolvida por Denise Pimenta da Silva Leitão, em seu doutorado pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP. Os resultados do estudo abrem caminhos para criação de cremes dentais e enxaguatórios bucais à base da planta.
De acordo com a pesquisadora, o alecrim-do-campo é a principal matéria-prima da própolis verde, variedade produzida mais especificamente nos Estados de Minas Gerais e São Paulo. Diversos estudos têm mostrado que a própolis verde é capaz de inibir a proliferação de Streptococcus mutans (S. mutans), apontado como agente causal primário ou iniciador da cárie dental em seres humanos.
Nos últimos anos, vários trabalhos foram publicados sobre a atividade biológica de extratos de própolis verde nos fatores de virulência de Streptococcus mutans relacionados à cárie dental. A finalidade é direcionar o uso da própolis verde como produto farmacêutico no tratamento e prevenção de cáries dentais e outras infecções da cavidade bucal.
Você sabe de onde vem o hábito de palitar os dentes ? Segundo a Organização Brasileira de Odontologia, essa mania pode ser tão antiga quanto a Humanidade. No meio antropológico, especialistas discutem se hominídeos ancestrais usavam talos de gramíneas para desobstruir os espaços interdentais ou para aliviar o incômodo provocado por problemas odontológicos. Reforçam a hipótese as estranhas marcas curvas e vestígios de plantas encontradas na raiz de dentes fossilizados.
Os contrários a esta hipótese afirmam que usuários do acessório não apresentam os mesmos sinais dos parentes das cavernas. Mas ao contrário da madeira, a grama contém partículas de sílica abrasivas e o tamanho certo para deixar os supostos vestígios.
Para lançar uma luz sobre a questão, a paleontologista norte-americana Leslea Jane Hulsko passou oito horas esfregando um pedaço de grama em um dente de babuíno e repetiu o experimento por três horas em um moderno dente humano. As marcas deixadas em ambos eram idênticas.
Se Leslea estiver certa, o fóssil catalogado de um dente com idade estimada em 1,8 milhão, também marcado, prova que palitar os dentes é um dos hábitos mais velhos da humanidade já registrados.
- Escovar os dentes no mínimo duas vezes por dia.
- Fazer a limpeza nos dentes após comer qualquer alimento, principalmente na escovação noturna que as bactérias são mais ativas, pois a salivação que ajuda na limpeza é menos intensa.
- Evitar alimento que cotem açúcar.
- Tomar cuidado com certos antibióticos.
- Fio dental ajuda evitar carie entre os dentes.
- Visitar o dentista pelo menos duas vezes por ano para fazer limpeza da boca e aplicação de flúor.
Transmissível e infecciosa, a cárie, doença que existe há pelo menos 500 mil anos, ainda se faz presente na realidade da saúde bucal dos jovens brasileiros. Hoje, segundo estudo da UFSC (Universidade Federal de Santa Catariana) publicado na "Revista de Saúde Pública", 40% dos adolescentes do Brasil, de 15 e 19 anos, já perderam ao menos um dente e, em 93% das incidências, a cárie foi à responsável.
A doença, resultado da deterioração dos dentes provocada por bactérias acumuladas da má higienização e pela dieta inadequada (ingestão de açúcares - doces, balas, chocolates e refrigerantes), exposta na superfície dos dentes altera o ph da boca (ácidos liberados pelas bactérias) e causa fissuras, buracos nos dentes. No entanto, se não for tratada, a cárie causa dor e, até mesmo, a perda do dente. A melhor forma de evitar esse mal é a prevenção.
O Ministério da Saúde aponta que 66% da população adulta sofre com a falta de pelo menos um dente. Um dos motivos disso é a falta de higienização, que entre outras coisas gera problemas iniciados na gengiva. Segundo um estudo apresentado no Europerio que aconteceu em Berlin, Alemanha, 80% dos pacientes que apresentam doenças do coração possuem também problemas periodontais.
Mas, além de perder os dentes, quem não higieniza bem a boca pode ter problemas em outros órgãos do corpo porque as bactérias geradas pelo acúmulo de placa bacteriana e chegam ao estomago através da saliva. A partir daí a bactéria tem capacidade de se espalhar na corrente sanguínea, atingindo o coração, rins, pulmões e intestinos, podendo causar infartos e inclusive derrames.
Parece óbvio, mas nem todo mundo sabe para que serve uma escova de dentes. A escova, nossa amiga de todos os dias para mantermos dentes brancos e brilhantes, funciona para previnir cárie e doença gengival.
A função principal da escova é a realização da remoção ou desorganização da chamada placa bacteriana ou placa dental de maneira eficiente e sem trauma. Portanto, qualquer escova para alcançar estes objetivos deve ter como características principais a quantidade e boa qualidade de suas cerdas.
Fique atento na hora de escolher uma escova de dentes para seu filho. Não basta ser só bonita. O mais importante, além da qualidade é que ela não machuque as gengivas das crianças.
Algumas características devem ser repeitadas:
- cabeça pequena e anatômica,
- cerdas arredondadas e polidas
- um cabo que se adapte facilmente às pequenas mãos
A Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP) fará, entre os dias 16 e 20 de fevereiro, triagem para o atendimento odontológico de crianças de 0 a 7 anos. A triagem será feita de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h, e à tarde, das 14h às 17h.
Para participar, a criança deve estar acompanhada do adulto responsável e apresentar certidão de nascimento, carteira de vacinação e comprovante de residência. A convocação para o tratamento será feita por carta ou telefone.
O atendimento e o tratamento serão realizados pelos alunos, com a supervisão dos professores da Faculdade, e coordenado pela professora de Odontopediatria, Márcia Wanderley. Os serviços prestados pela Clínica Odontológica são gratuitos, exceto para os tratamentos dentários que necessitarem de próteses, por causa dos custos de laboratório.
"Este tratamento é uma oportunidade de os estudantes da faculdade colocarem em prática os conhecimentos aprendidos em sala de aula e uma prestação de contas da Universidade à sociedade", diz o professor Marcelo Bönecker, do Departamento de Ortodontia e Odontopediatria da FOUSP.
A Faculdade de Odontologia da USP está localizada à Avenida Professor Lineu Prestes, 2227, na Cidade Universitária, São Paulo. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 11-3091-7835.